sábado, 20 de fevereiro de 2010

Boas Acções


Uma Testemunha



A minha experiência como madrinha da SAVE THE CHILDREN mudou-me a lida completamente. Nem sei bem quem cresceu mais com esta experiência, se eu ou se as crianças que apadrinho.

Sou madrinha desde 1986.

Ao receber a foto da Matrida, na altura ela tinha 9 anos, foi como magnetismo.

Ficamos logo amigas por correspondência e quando 3 anos depois tive a oportunidade de a visitar pessoalmente no Malawi, foi como um pequeno milagre. A minha visita de 3 dias foi inesquecível, cheia de actividades, tais como, conhecer a família da Matrida, seus professores e amigos, e também tive oportunidade de observar o programa local da SAVE THE CHILDREN.

Desde essa altura fiquei apanhada. Agora 2 em 2 anos viajo até ao Malawi, e cada vez saiu mais enriquecida. Estas viagens são das experiências mais gratificantes da minha vida.

Desde então, estou a apadrinhar mais 5 crianças, cada uma única e especial.

As crianças que apadrinho participam em diversos programas dentro da comunidade dependendo das suas idades.

Visitei escolas construídas pela comunidade com o apoio da SAVE THE CHILDREN.
Num barquito rodeado por hipopótamos e crocodilos, atravessei um rio para ver os campos do projecto de sustentabilidade, visitei também doentes com HIV/SIDA e suas famílias e testemunhei os voluntários da SAVE THE CHILREN em acção, com todas as dificuldades tentando ajudar os doentes desta terrível doença com efeitos devastadores.

Como madrinha, a minha vida ficou mais enriquecida, a vida de cada criança que apadrinho hoje tem razão de ser e alegria.

Desejo a todos que são padrinhos este maravilhoso sentimento ou até mais ainda.


Carol Roberts

Os padrinho da SAVE THE CHILDREN mudam a vida a 2.2 milhões de pessoas por cada ano que passa, deixando as comunidades com mais saúde e melhor acesso à educação.

Ao apadrinhar, muda duas vidas, a de uma criança e a sua, e custa tão pouco, 1 euro por dia vai fazer uma criança crescer feliz e saudável.

4 comentários:

Eva Gonçalves disse...

Já pensei tantas vezes apadrinhar uma criança ... nem imaginas. Mas a vida dá muitas voltas e neste momento não me posso mesmo comprometer com despesas fixas. Tenho a noção que é uma relação de responsabilidade e de crescimento mútuo, para a criança, que terá mais oportunidades claro, mas sobretudo para os padrinhos que se enriquecem ao enriquecer a vida de uma criança desfavorecida, no seu próprio meio, no seu lar, com a sua família, ou em instituições, mas com vista a ter um futuro ou ajudar a construír um futuro no seu próprio país, em vez de adoptar uma criança, retirando-a do seu país de origem. Talvez seja uma coisa que logo que tenha mais estabilidade económica, faça mesmo. Desde que vi o filme As confissões de Schmidt que me resolvi a fazê-lo mas apesar de ser pouco dinheiro, por estar desempregada, não me posso comprometer, pois não concebo entrar nisso, criar expectativas e não cumprir com responsabilidades e compromissos assumidos. Maybe some day... beijinho

tulipa disse...

Olá Eva

Realmente o tempo em que vivemos está muito complicado. Eu acredito que melhores dias estão para vir. O nosso país não pode ficar nesta estagnação. E depois "slowly but surely" a vida volta ao normal. E então aí poderemos por as boas acções em prática. Depois de passarmos por faces financeiras menos boas (e já passei por várias) ao restabelecermos e estabilidade damos mais valor a estes pequenos gestos e partilhamos mais com quem necessita.
Beijo grd

Guma disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Guma disse...

Tulipa flor perfumada,
Como tão pouco pode fazer a diferença, se realmente estivermos imbuídos e conscientes de que o dinheiro que gastamos em menos duas bicas por dia pode fazer acontecer.
Espero que continues a brindar-nos com a tua mão na nossa consciência e que as tuas palavras aqui toquem muitos corações.
Bjs e um kandando a fazer um xi-no-teu-coração lindo, grande e cheio de amor pelo próximo